Glee, a série que mobilizou milhões de adolescente nos últimos anos, que me conquistou e me fez ficar madrugadas acordado assistindo as temporadas. Meu amigo, se você não conhece Glee, por favor, se joga nas BR! Mas a decadência do sucesso da série tem motivo? Por que Glee não é mais a febre que foi nas primeiras temporadas?
Nas duas primeiras temporadas, eu simplesmente me apaixonei pela série e seus personagens. As versões das musicas me cativavam, eu amava tudo aquilo, amava aquela vontade de ser parte daquilo, de ser amigo deles.
A terceira temporada ainda conseguiu manter a essência do seriado, porém pecou em enfiar no roteiro temas necessários, porém forçados. A abordagem muitas vezes era direta, o que pedia a magia, vários temas como o suicídio poderiam ter sido abordados de formas mais poéticas e hollywoodianas.
Na quarta temporada, temos o total desgaste da série em si, nessa temporada enxergamos que a série não vai mais muito longe. Sinto como se a quarta temporada fosse um presente para os gleeks de plantão, afinal todos gostariam de saber o que acontece com a Rachel depois da escola ou com a Queen. É tudo questão de ponto de vista.
Glee resiste fortemente, foi renovada para a sexta e ultima temporada que estréia em 2015. A série não é ruim, nem nunca será, só está um pouco perdida, espero que a ultima temporada ajeite as coisas. Com toda certeza vale se arriscar nesse mundo de corais, nem que seja por duas temporadas, é incrível como essa série transforma o diferente em especial. Então, caso esteja passando por algo ruim na escola, se sinta sozinho, encontre em glee uma luz.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
Se eu (não) ficar...
Eu percebi agora que morrer é fácil. Difícil é viver.
Mia, a garota sem graça que toca violoncelo e que é uma fantasminha camarada. Digamos que temos um crepúsculo à lá gasparzinho. Ok, eu tô exagerando um pouco, afinal nem terminei o livro, mas precisava postar algo sobre.
Pra quem não conhece a história, o livro narra a vida/quase
morte de Mia, que após uma acidente de carro tem uma experiência extra corpórea,
algo meio aquela comédia romântica “E se fosse verdade”. A principio a premissa
do livro parece ser ótima e a história em si realmente é boa, digamos que eu sou
o problema, não o livro em si.
Eu juro que eu tentei, eu queria muito que o livro me
conquistasse, mas tudo o que eu via nesse livro era “mi mi mi como ele gosta de
mim?”, “mi mi mi minha vó é meio louca”, “mi mi mi sou mais sem gosto que chuchu”.
Os “mi mi mis” e as descrições exageradas me fizeram ter vontade de matar de
vez a Mia, eu lia pensando em quantas páginas faltava pra acabar o capítulo.
Não me entendam mal, o livro é bom, mas não passa de mais um
YA, com mais uma personagem feita pras meninas se identificarem, não que eu
ache isso ruim, afinal é bom que o público se identifique, mas também é bom que
os personagens sejam autênticos. Mas até o final desse ano (ou do próximo), eu
vou dar outra chance pra ele. Mas por enquanto, eu só queria que ela não
ficasse...
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Devaneios: Luz-do-sentimento
Toda terça feira postarei aqui algum tipo de devaneio, seja um poema, seja um texto. Independente do tipo, será sobre sentir. Hoje é literalmente sobre o sentir.
O sol tocou-lhe a pele revelando que o sentir é que o perturbava. Reciprocidade era sua palavra, mas como podia ser recíproco se ele não for recíproco consigo mesmo? O dia tinha cheiro de sangue e perdurar, a nuvem que estava ao lado do sol era arrastada lentamente pelo vento, queria que a alma fosse simplesmente acalento de um dia banal e cheio de sentir. Banal e sentir combinam, pensou. Sentir-se banal, era como ele se sentia mesmo que em dias especiais, a banalidade o rodeava, até sentado em uma praça calma, com o sol da manhã em sua pele e as nuvens em movimento sobre sua cabeça, ele se sentia banal. Mas o que era o sentir? Ele tentava ser o sol para os outros, esquentá-los, mas ao invés de calor, transmitia amor. Ondas de sentimentos que só queriam ser recíprocas, mas a reciprocidade nunca foi real, não pra ele. Não pra segunda opção. Como se pode ser recíproco quando se é a segunda opção e todos são sua primeira? Queria trocar de lugar com o sol, até mesmo como a nuvem. Aquela sensação de simplesmente seguir a vontade do vento e flutuar sempre, flutuar e deixar de ser banal, ver o mundo do alto ou nem ver o mundo, só ver o vento interligado em seu meio, arrastando-o para o mundo como se o mundo fosse o menor de seus problemas, uma viagem eterna onde o roteiro era decidido na hora. Ser nuvem, ser sol, ser vento. Apenas ser o alento de uma alma cansada de sentimento.
sábado, 4 de outubro de 2014
FILME DA SEMANA: A Bela e a Fera (francês)
Sábado é dia de cineminha aqui no “Resenhas e Muito Mais”, nada melhor do que um cineminha pra matar aquela carência de sábado a noite, não acham?

A indicação de hoje é a recriação francesa do clássico da Disney “A Bela e a Fera”, eu simplesmente amo essas recriações de contos de fadas, mas também amo filmes franceses e a junção dos dois não poderia resultar em nada menos do que uma obra prima.
O filme não inova por completo a história, só acrescenta alguns elementos que fazem toda a diferença no enredo, mas em nenhum momento perdemos a essência do clássico, sem contar a atuação impecável de todos os atores. A Bela (Léa Seydoux), dá um show de classe interpretando a mocinha da história.
Esse é aquele tipo de filme indicado pra relembrar nossa infância de uma forma renovada. Nada melhor do que um romance clássico pra esquentar o sábado, não?

Ano: 2014
Sinopse: No ano de 1810 um naufrágio leva à falência um comerciante (André Dussollier), pai de três filhos e três filhas. A família se muda para o campo e Bela (Léa Seydoux), a filha mais jovem, parece ser a única entusiasmada com a vida rural. Certo dia o pai de Bela arranca uma rosa do jardim de um palácio encantado e acaba condenado à morte pelo dono do castelo, um monstro (Vincent Cassel). Para salvar a vida do pai, Bela vai viver com o estranho ser. Lá ela encontra uma vida cheia de luxo, magia e tristeza, e aos poucos descobre mais sobre o passado da Fera, que se sente cada vez mais atraída pela jovem moça.
A indicação de hoje é a recriação francesa do clássico da Disney “A Bela e a Fera”, eu simplesmente amo essas recriações de contos de fadas, mas também amo filmes franceses e a junção dos dois não poderia resultar em nada menos do que uma obra prima.
O filme não inova por completo a história, só acrescenta alguns elementos que fazem toda a diferença no enredo, mas em nenhum momento perdemos a essência do clássico, sem contar a atuação impecável de todos os atores. A Bela (Léa Seydoux), dá um show de classe interpretando a mocinha da história.
Esse é aquele tipo de filme indicado pra relembrar nossa infância de uma forma renovada. Nada melhor do que um romance clássico pra esquentar o sábado, não?
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
MÚSICA DA SEMANA: Miley Cyrus - We Can't Stop
A música que revelou o novo lado da ex-princesinha da disney, Miley Cyrus. Em We Can't Stop, Miley mostra muito mais do que seu novo corte de cabelo e twerk, Cyrus mostra seu talento e cria um hino de "seja você mesmo". Não se importe com o que os outros pensam, porque é a nossa festa, a gente pode fazer o que quiser!
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Resenha: Eleanor & Park - Rainbow Rowell
A história:
Eleanor é uma menina ruiva, meio cheinha. Park é um coreano
mestiço. Essas duas figuras inusitadas se encontram no ônibus da escola, onde
nasce um romance meio complicado. Eleanor tem uma família extremamente
complicada, um padrasto abusivo e uma mãe omissa. Park tem uma família praticamente
perfeita. Ao longo da narrativa acompanhamos o romance dos dois, acompanhamos o
cruzamento desses dois adolescente diferentes.
Os capítulos alternam o narrador, em um momento temos
Eleanor e sua insegurança, no outro temos Park e sua fofura. Pra mim, esse é um
dos pontos fortes da narrativa, onde a autora não se prende a um personagem e
consegue nos mostrar os dois pontos de vista. Em contra partida temos a
bipolaridade de Eleanor que irrita o leitor, se esse foi o intuito da autora,
pois bem, ela conseguiu. Em vários momentos eu sentir vontade de jogar o livro
longe por conta da raiva que essa menina me fazia sentir. Mas no final de tudo
a autora conseguiu definir bem as características de cada personagem e
transmitir aquilo que eles sentiam (por mais que algumas vezes seja
extremamente confuso).
Concluindo:
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
TAG: A culpa é da literatura
Oi gente! O post de hoje é meio diferente, faz um bom tempo que eu não faço uma tag, fui indicado pelo blog fofíssimo "Entre um livro e outro". A tag consiste em responder três perguntas sobre culpas literárias, ela foi criada pela galera do Cabine literária (que eu conheci no salão do livro de guarulhos *-*). E quem vai me ajudar nessa tag é a Jess, que não tem blog, mas é legal.
1) Um personagem com culpa?
Felipe: A Hazel do "A culpa é das estrelas", essa menina se sente culpada por tudo, mas o pior é que nada é culpa dela, ela só é culpada pelas limitações que coloca pra si própria.
Jess: Helen Bradshaw, do livro "Dando a volta por cima", porque ela se culpa por tudo o que acontece na vida dela, pelo que não acontece e até quando da certo ela não se sente segura.
2-) Um personagem sem culpa?
Felipe: August do livro "Extraordinário", o pobrezinho não tem culpa de nada, ele simplesmente nasceu daquela forma, o mundo que tem culpa de ser preconceituoso, simples assim.
Jess: Gus de "A culpa é das estrelas", o menino se acha o fodão, não se sente culpado por nada.
3-)Um livro que te fez sentir culpa por gostar ou não gostar da história?
Felipe: É extremamente vergonhoso, mas me sinto culpado por ter gostado de "Crepúsculo", não sei se "culpa" é a palavra, mas é um livro extremamente criticado que no final eu acabei até que gostando nesse novo universo vampiresco.
Jess: Me sinto culpada por não ter gostado de "as 5 pessoas que você encontra no céu", eu juro que tentei de coração. o pior é que todo mundo acha fofo e realmente é, mas não me prendeu, não consegui sentir.
Felipe: A Hazel do "A culpa é das estrelas", essa menina se sente culpada por tudo, mas o pior é que nada é culpa dela, ela só é culpada pelas limitações que coloca pra si própria.
Jess: Helen Bradshaw, do livro "Dando a volta por cima", porque ela se culpa por tudo o que acontece na vida dela, pelo que não acontece e até quando da certo ela não se sente segura.2-) Um personagem sem culpa?
Felipe: August do livro "Extraordinário", o pobrezinho não tem culpa de nada, ele simplesmente nasceu daquela forma, o mundo que tem culpa de ser preconceituoso, simples assim.
Jess: Gus de "A culpa é das estrelas", o menino se acha o fodão, não se sente culpado por nada.
3-)Um livro que te fez sentir culpa por gostar ou não gostar da história?
Felipe: É extremamente vergonhoso, mas me sinto culpado por ter gostado de "Crepúsculo", não sei se "culpa" é a palavra, mas é um livro extremamente criticado que no final eu acabei até que gostando nesse novo universo vampiresco.
Jess: Me sinto culpada por não ter gostado de "as 5 pessoas que você encontra no céu", eu juro que tentei de coração. o pior é que todo mundo acha fofo e realmente é, mas não me prendeu, não consegui sentir.
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