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domingo, 22 de dezembro de 2013

Resenha: Cidades de Papel - John Green

Depois de um bom tempo, estou de volta com uma resenha do autor que fez um grande sucesso no ultimo ano.  Lançado pela editora Intrínseca, a resenha de hoje é do livro Cidades de Papel do divo John Green.

A história:

O livro conta a história de Quentin Jacobsen, um adolescente que tem uma paixão platônica por sua vizinha Margo. Em uma noite Margo aparece na janela de Quentin, convidado o garoto para uma aventura louca. Porém após essa grande aventura, Margo simplesmente some e Quentin começa uma busca incessante pela garota.

Impressões:

 Bom, não é segredo para ninguém que sou completamente apaixonado pela escrita do John, e nesse livro não foi diferente. O John já me conquista nas primeiras páginas, porém, diferente dos livros anteriores, os personagens não me cativaram logo de cara, não tive aquela ânsia para ser amigo deles, mas no desenvolver do livro, vendo o amadurecimento dos personagens, não consegui escapar dessa sensação.

Concluindo:

Não é o melhor livro do John, muito menos me surpreendeu, mas é uma ótima leitura e te conquista praticamente de cara. Digamos que é uma daquelas leituras para uma tarde de domingo.


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Resenha: A Culpa é das Estrelas - John Green

Ano: 2012
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Paginas: 288
Sinopse: Os adolescentes Hazel e Gus gostariam de ter uma vida normal. Alguns diriam que não nasceram com estrela, que o mundo deles é injusto. Os dois são novinhos, mas se o câncer do qual padecem ensinou alguma coisa, é que não há tempo para lamentações, pois, se aceitamos ou não, só existe o hoje e o agora. E assim, com a intenção de realizar o maior desejo de Hazel - conhecer seu escritor favorito - ambos cruzarão o Atlântico para uma aventura contra o tempo, tão catártico quanto devastador. Destino: Amsterdam, o lugar onde reside o enigmático e mal-humorado escritor - a única pessoa que talvez possa ajudar-lhes a encaixar as peças do enorme quebra-cabeça onde se encontram.

Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, é possível escolher quem vai feri-lo.

A resenha de hoje é sobre um livro que todos estão acostumados a ouvir falar, mas que não deixa de ser maravilhoso.

O livro conta a história de Hazel Grace e Augustus Waters, dois adolescentes um pouco diferentes do normal. Hazel tem câncer terminal nos pulmões, ela precisa andar com um cilindro de oxigênio para todos os cantos, já que não consegue respirar direito. Já Augustos tem uma perna amputada, pois foi o único jeito de remover seu tumor. Os dois se conhecem em uma reunião de um grupo de apoio a crianças com câncer. A partir do momento em que suas histórias se cruzam, nasce um belo e puro amor.

Não vou ficar contando muito sobre a história do livro, pois sei que a maioria de vocês já está cansada de saber sobre o que se trata. Então vamos direto para a minha opinião.

A escrita do John continua apaixonante, é impossível não se apaixonar por um dos personagens (meninas podem ficar com o Gus, que eu fico com a Hazel). Apesar de tratar de um assunto pesado como o câncer, a história é leve e pesada ao mesmo tempo. É uma mistura de sensações, em um momento você vai rir e em outro chorar.

O John conseguiu não cair na mesmice de histórias do tipo. Porém eu senti que o livro seguiu o mesmo esquema de “Quem é você, Alasca?”. Mas isso não empobreceu em nada a história, que é linda e triste ao mesmo tempo.

Vou dar quatro estrelas, por conta do que citei acima, mas é um livro que eu realmente indico para todos.



quarta-feira, 24 de julho de 2013

Resenha: Quem é você, Alasca? - John Green

Quem é você, Alasca?
Ano: 2010
Autor: John Green
Editora: WMF
Paginas: 240
Skoob

Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente


Mais um livro que comecei às cegas e posso dizer que foi mais um que me surpreendeu. Meu primeiro contato com John Green foi a partir desse livro, o autor realmente me surpreendeu com sua escrita objetiva e ao mesmo tempo profunda.

O livro conta a história de Miles Halter, que resolveu sair de casa para ir à escola preparatória de Culver Creek, justificando a sua ida com as últimas palavras de François Rabelai "Eu vou procurar um Grande Talvez". O garoto coleciona ultimas palavras, ele lê as biografias de figuras famosas e decora suas ultimas palavras.

Chegando a Culver Creek Miles conhece Chip, que tem como apelido Coronel. Os dois dividem quarto, o que acaba tornando-os próximo. É possível ver o desenvolvimento dessa amizade no decorrer do livro. Lá ele também conhece Alasca Young, uma garota selvagem, misteriosa e completamente apaixonante (confesso que me apaixonei por ela).

O livro segue muito dos clichês que vemos por aí, porém a maneira como o John Green levou a história é que o torna único. O decorrer dos fatos são completamente envolventes e em algumas passagens te deixa sem fôlego de tanto rir ou chorar. Confesso que não chorei, mas quase derramei lágrimas com o rumo que história levou.

Um livro lindo, único, instigante e emocionante. Após lê-lo você, com certeza, entrará em um choque emocional com o desfecho.

Mais um livro que me deixa completamente com depressão pós-livro, quase uma ressaca literária. Mas, como me apaixonei pela escrita do John, acabei por começar “A Culpa é das Estrelas”.

A nota não podia ser diferente, são cinco estrelas vezes cinco para esse livro maravilhoso. Não vejo a hora de ler todos os livros desse autor que eu considero um gênio.