domingo, 17 de maio de 2015

Dominguite! Scandal

Olivia Pope, feminista, inteligente, astuciosa, independente e amante do presidente. Sim, é um pequeno spoiler de uma das melhores séries dos últimos tempos.

Você fez parte do escândalo do Mensalão e agora precisa retomar a política? Então chame Olivia Pope. Matou sua irmã por acidente? Chame Olivia Pope. Seu filho se meteu em algum tipo de encrenca? Chame Olivia Pope. Ela é uma consertadora de problemas.

Olívia Pope & Associates é um escritório famoso em Washington por concertar os problemas dos grandes políticos e os casos mais absurdos e impossíveis. Se você tem um problema deixe nas mãos deles.

A série tem 3 temporadas completas e está na reta final da quarta. A cada episódio nós somos surpreendidos pela historia maravilhosa e pela atuação impecável da Kerry Washington. A série tem um ritmo frenético, não dá vontade de parar, é uma ótima forma de te livrar desse mal chamado dominguite.


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Playlist literária: Romance

Esse post é pra você que está lendo o novo lançamento do Nicolas Sparks ou um romance choroso da Jojo Moyes. Eu separei algumas músicas que podem embalar esse momento emblemático em que nos envolvemos de coração com esses romances fictícios, porém tão reais na magia das letras.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Música da Semana: Lucky - Britney Spears

E a música dessa semana é da tão criticada, adorada, odiada e sexualizada princesinha do pop: Britney Spears. Desde que baixei o spotify, tenho escutado todo o tipo de música, inclusive dessa figura tão controvérsia. Desde polêmicas até playbacks, Britney continua sendo considerada um icone do mundo pop, é uma figura emblemática que a gente adora acompanhar e saber qual o próximo passo. Lucky, apesar de sincera, soa como algo simplesmente vendável (mas eu adoro, o choro é livre).     
   

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Motivo - Cecília Meireles


Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Harry Potter não é literatura?

Quem nunca teve um minidicionário da tão renomada Ruth Rocha? Sim, ela fez parte da infância de vários leitores, assim como Harry Potter, da nossa queridíssima J.K. Rowling. A história do pequeno bruxo já causou diversas polemicas, inclusive religiosas. Porém, recentemente, Ruth Rocha fez uma declaração um tanto quanto polemica ao site IG em relação à saga do bruxinho.


“Não acho errado ‘Harry Potter’ fazer sucesso, mas não acho que seja literatura”  Disse a autora, completando em seguida: “Isto não é literatura, isto é uma bobagem. É moda, vai passar. Criança deve ler tudo, o que tem vontade, o que gosta, mas eu sei que não é bom. O que eu acho que é literatura é uma expressão do autor, da sua alma, das suas crenças, e cria uma coisa nova. Esta literatura com bruxas é artificial, para seguir o modismo”.

Ruth definiu bem o que é literatura, porém essa declaração é um pouco controvérsia, afinal, Harry Potter se encaixa nesse conceito de literatura. Em diversas passagens da saga do bruxo podemos observar os reflexos da alma e dos sentimentos de J.K. implícitos na história. Por exemplo, os Dementadores, criaturas fantásticas que sugam a vitalidade das pessoas, são a representação de uma depressão profunda que J.K. passou em uma fase de sua vida.

Portanto, Harry nada mais é do que o reflexo dos sonhos, ilusões, tristezas e expectativas de sua autora. Claro, tudo isso foi retratado de um forma totalmente diferente, afinal, cada escritor encontra uma forma de expressar seus sentimentos através das palavras. Porém, é compreensível a opinião de Ruth, afinal ela vem outra geração, tem outros conceitos e isso não quer dizer que ela está errada, mas aos olhos de uma geração que cresceu lendo e assistindo Harry Potter, tais livros podem e são considerados literatura. Então, assim como os jovens devem abrir espaço para os clássicos, as pessoas mais velhas devem dar uma chance para a literatura contemporânea, não vamos nos prender em uma caixinha de conceitos e preconceitos, vamos aproveitar tudo o que a literatura tem a nos oferecer.


terça-feira, 14 de abril de 2015

Um Jornada Aeroportuária: O primeiro dia

A primeira vez a gente nunca esquece. Me perdoe por começar com uma frase tão clichê, mas os clichês são reais. Seja na escola, no trabalho ou até mesmo no sexo, a primeira vez a gente nunca esquece.

Era uma sexta-feira, o ar da manhã estava congelando, de um jeito que quase não vemos mais no
Brasil, acordei quase três horas antes de tamanha ansiedade. É engraçado como a ansiedade pode chegar a ser palpável. Eu respirava ansiedade; eu era a ansiedade. Ah, não se esqueça do medo, eu era o medo e a ansiedade.

Aquele seria o primeiro dia de 17 meses, eu considerava toda aquela experiência como um processo seletivo de 17 meses, afinal só os melhores dos melhores seriam efetivados e eu precisava estar entre eles. Eu seria um deles.

Pela primeira vez fui sentado com a postura completamente ereta no ônibus, medo da camisa amassar e o padrão da companhia aérea ser desfeito, afinal quanto mais asseado melhor. Eu me sentia padrão: Calça branca, camisa preta, cabelo bem cortado e barba bem feita. Quando eu desci do ônibus no aeroporto tive a sensação de coisa nova, aquele momento em que você percebe que tem muita coisa te esperando, mas você não faz a mínima idéia do que vai encontrar.

Encontrei um grupo de meninas que também seriam aprendizes comigo. Todos estavam extremamente arrumadas, menos uma. Perdoe-me pelo comentário infame, mas a parte de trás da calça dela estava suja com algo branco, sou extremamente perfeccionista, pensei em avisar, mas não achei que seria de bom tom.

Apesar de aquele ser o primeiro dia no aeroporto, não soou como trabalho. Nós simplesmente conhecemos o aeroporto. Divididos em grupos de 4 ou 5 pessoas fizemos um passeio “turístico”. Conhecemos desde os banheiros, até o check-in da conexão.

Tudo começou de verdade na segunda-feira onde fomos jogados aos lobos. Não sei se vocês conhecem a aviação brasileira, mas ela é uma loucura, não digo no ar, mas a bagunça é na terra. Tínhamos três posições em que poderíamos ficar: A loja (O sonho de qualquer novato, afinal aquilo ficava as moscas), o internacional (Ah, como eu queria treinar o inglês no meu primeiro dia) e o pesadelo, quero dizer, o doméstico (Imagine uma multidão de gente aglomerada em um ambiente quase claustrofóbico).


Doméstico, essa era minha sina, esse era o meu medo e se tornou o meu clube. Fui jogado aos cães de primeira, me colocaram no meio da multidão e com meus olhos perdidos e ansiedade senti vontade de chorar, mas não faz o meu estilo, simplesmente respirei fundo e fui. Comecei a atender sem olhar pro relógio. Um sorriso no rosto, crachá no peito e a ansiedade dava lugar a euforia. Me encontrei naquele momento, comecei a me descobrir no meio daquela correria, no meio daquelas pessoas que eu nunca conheceria se não fosse esse trabalho, eles eram meus lobos, eu era a sua caça, tudo que tive que fazer foi encontrar um jeito de domesticar os lobos. Me dei tão bem em meio a eles que nem tirei intervalo no primeiro dia. Naquele momento eu descobri que a melhor forma de superar seus medos é olhando bem nos olhos deles e sorrindo. Nunca se esqueça de sorrir para os seus medos. 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

MÚSICA DA SEMANA: Worth it - Fifth Harmony

A música dessa semana é cheia de sensualidade e animação. Worth it é o terceiro single do álbum de estreia das meninas do Fifth Harmony. Eu já escrevi aqui no blog sobre elas, mas recentemente elas passaram por uma transformação completa, abandonaram as roupas e músicas infantis e investiram na sensualidade e batidas mais pesadas. As meninas vem crescendo cada vez mais, tanto na america do norte, quanto aqui no Brasil. Vale a pena conferir todo esse talento.