domingo, 19 de janeiro de 2014

Dominguite! Se enlouquecer, Não se apaixone

Nada melhor para se livrar da dominguite do que um bom filme, não é mesmo? Então a indicação de hoje é a comédia apaixonante "Se enlouquecer, Não se apaixone"

Craig(KeirGilchrist), estressado com as demandas de ser um adolescente e assustado com sua tendência suicida, decide buscar ajuda em uma clínica psiquiátrica. Internado por uma semana, ele logo é acolhido por Bobby (Zach Galifianakis), que se torna seu mentor, e se encanta com Noelle (Emma Roberts).

Com um titulo desse você já pensa "Ah é só mais um besteirol americano", mas na verdade não é, com uma história envolvente e diálogos inteligentes o filme nos encanta do inicio até o fim. O filme te lança um desafio de tentar entender os personagens. Prepare-se para rir e ter vários momentos "Owwn", porque, além de tudo, o filme tem um romance que, claro, é necessário.
Enfim, pegue seu balde de pipoca, desligue as luzes e venha curtir esse filminho em uma tarde de domingo.




segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Sim!

É tempo de fazer errado?
Sim, errar.
Errar em ti,
Errar o que é para errar, assim como o que é para acertar
Mas, afinal, o que é o acerto?

Livre para sentir, sem-ti?
Não quero um marasmo de sentimento
Quero sentir, sentir, sentir e sentir!
Mesmo que doa.
Cansei de negar,
De puramente fechar os olhos d’alma.

Sinto o hoje como se viver fosse sofrer por antecipação
Gosto da dor?
Não, gosto da esperança causada pelo sentimento,
Gosto dos momentos em que penso no reflexo das estrelas em olhos castanhos,
Gosto de sentir, contigo
Sem-tigo,
Comigo.

Puramente sentir. 

domingo, 29 de dezembro de 2013

Dominguite! Miley Cyrus

Ah a tão famosa dominguite! Quem nunca sofreu desse mal? Por isso, resolvi iniciar uma nova séria aqui no blog, chamada nada mais, nada menos do que: Dominguite!
A série irá funcionar da seguinte forma: Todo domingo eu postarei algo que nos distraia, livrando-nos desse mal. Pode ser um filme ou uma música, até mesmo uma artista. O tema de hoje é a tão famosa e polêmica Miley Cyrus.
Recentemente fomos bombardeados pos suas polêmicas (como esquecer do VMA?), mas a Miley não é só isso (Alerta de smiler), a ex-disney também tem um grande talento, o que é melhor para nos livrar da chatice do domingo do que uma boa música?
Na metade desse ano Miley lançou seu quarto álbum chamado Bangerz, onde se mostrou uma verdadeira artista, apesar de alguns erros o álbum é uma ótima distração. Com parcerias desde Britney Spears até o Future, temos um álbum completo, com letras e melodias envolventes. Abaixo um “Song by song” explicando melhor cada música:


Adore you
 Terceiro single do álbum (com um clip chato, diga-se de passagem), é uma das músicas mais envolventes e uma clara surpresa, já que é diferente do que todos pensavam. Melosa e calma Adore you desmistifica a Miley porra loca que todos esperavam.

We Can’t Stop

O carro chefe do álbum (como não amar essa música?), o inicio das polêmicas, o inicio de uma nova era. Essa é We Can’t Stop, uma música que fala sobre festa, mas que é lenta(?). Então, so la da di da di e não podemos/conseguimos parar de ouvir.

Parceria com a princesinha do pop, o que seria uma faixa épica se tornou uma decepção. É aquela faixa animadinha, que a gente até ouve, mas se pudermos nós pulamos. Há quem goste, mas não é nem de longe a minha favorita do cd.

Mais um feat, onde Miley mostra sua versatilidade e migra para o country. Um ritmo animado e envolvente, é aquele tipo de música que te faz querer cantar junto fazendo caras e bocas.

Uma balada envolvente, com uma pegada gostosa, uma bela letra e vocais impecáveis, claro da parte da Miley, já que o future parece um robô.

Wrecking Ball

Chegamos ao maior hit da Miley e, claro, a minha música favorita. Como não gritar o refrão dessa música? Com uma letra arrasadora e uma melodia totalmente envolvente chegou para destruir as paradas e permanecer lá no topo. Então, IIIIIIIII CAME LIKE A WREEEECKING BAAAAALL.

Aqui sim temos aquela Miley porra loca que todos esperavamos, praticamente o hino de ostentação da Miley e de todos os Smilers, claro. E com nosso inglês by Wanessa tentamos cantar, com fracasso, essa música.
A música mais gostosinha, literalmente, do cd. Essa você canta junto e sente vontade de cantar junto eternamente (You sexy sexy; I got things i wanna do to you :p)
A música com a letra mais perfeita de todo o álbum, vem para arrasar qualquer um. Então, drive my heart into the ninght!

Aqui sim Miley mostra que tem A VOZ, vocais que lembram a queridinha Amy, FU vem para dar um quê a mais ao álbum, com sua potência arrasadora, já usei tanto essa palavra, mas é a que melhor define esse álbum. (Por favor que seja próximo single!)

Como não amar? Com uma batida incrível que dá vontade de cantar com a mão para o alto. Miley vem dizendo a todos que ela vai fazer as coisas dela do jeito dela.

Apesar dos “Ooooooooh” clichês no começo, essa é uma das minhas músicas preferidas. Com uma letra emocionante e vocais envolventes, Miley nos mostra sua sensibilidade.

Essa, definitivamente, é uma das minhas favoritas, com uma batida meio eletrônica, temos a chave de ouro que encerra a versão normal do cd. Uma das letras mais emocionantes de todo o cd, Miley o encerra arrasando corações.

Não vou comentar as músicas da Deluxe edition, porque o post já está gigantesco.

Por fim, Bangerz é uma ótima forma de tirar essa dominguite, experimente, aumente o som e cante junto comigo! 

domingo, 22 de dezembro de 2013

Resenha: Cidades de Papel - John Green

Depois de um bom tempo, estou de volta com uma resenha do autor que fez um grande sucesso no ultimo ano.  Lançado pela editora Intrínseca, a resenha de hoje é do livro Cidades de Papel do divo John Green.

A história:

O livro conta a história de Quentin Jacobsen, um adolescente que tem uma paixão platônica por sua vizinha Margo. Em uma noite Margo aparece na janela de Quentin, convidado o garoto para uma aventura louca. Porém após essa grande aventura, Margo simplesmente some e Quentin começa uma busca incessante pela garota.

Impressões:

 Bom, não é segredo para ninguém que sou completamente apaixonado pela escrita do John, e nesse livro não foi diferente. O John já me conquista nas primeiras páginas, porém, diferente dos livros anteriores, os personagens não me cativaram logo de cara, não tive aquela ânsia para ser amigo deles, mas no desenvolver do livro, vendo o amadurecimento dos personagens, não consegui escapar dessa sensação.

Concluindo:

Não é o melhor livro do John, muito menos me surpreendeu, mas é uma ótima leitura e te conquista praticamente de cara. Digamos que é uma daquelas leituras para uma tarde de domingo.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Luzes Acesas

Esqueço de mim
Só vejo o meio
O mundo por completo
Observo-o
Cada detalhe.

Sei de ti,
Dele,
Delas,
Menos de mim.

Esquecer do ser
Esquecer da famosa pergunta:
“Ser ou não ser?”
No meu caso:
“Observar ou não observar?”

Importo-me mais com o mundo do que com a minha essência
Perco-me em meio aos olhos,
Aos meus próprios olhos
Que enxergam almas,
Só não enxergam a minha.

Tenho o espírito do medo,
Medo de mim
De algo dentro de mim
Algo que talvez,
Na verdade certeza,
Não quero observar.

Só quero o mundo,
Só quero os olhos do mundo.
Pessoas e olhos que refletem a imagem de apartamentos com luzes acesas
Pensar nos apartamentos como algo a mais,
Algo além de mim.

Melhor suas luzes do que minha alma,
Observar e imaginar o que ali ocorre
É melhor do que ver o que ocorre em mim.

Concreto ou não
Sei que sou torto
De uma forma boa (?)
Talvez errado de uma forma retilínea
Ou apenas uma bagunça em poesia.

Parar para me ver é, claro, menos interessante do que ver o mundo,
Do mundo quero tudo
De mim quero apenas os olhos.

sábado, 31 de agosto de 2013

Ressaca literária

Ultimamente estou sofrendo de um problema que, eu espero, vários leitores passaram. Não sei como me livrar, e isso está realmente me matando. Estou sofrendo com a tão temida “ressaca literária”. Pois é, caros amigos, está complicado de me libertar.

O ultimo livro que li foi “O Teorema Katherine” do John Green, meu autor favorito. Não consegui resenhá-lo, as histórias do John sempre mexem muito comigo, essa em especial mexeu extremamente com o meu emocional. Claro, esse não é um dos melhores dele, mas o li em um momento frágil. Na verdade, a proximidade que o John cria entre você e os personagens é o que realmente mexe comigo.

Enfim, já tentei iniciar dois livros após esse, mas não consegui, eu realmente não consegui. Não chego nem na página 50, o que é muito estranho porque em menos de uma semana eu já estou quase no fim do livro. Não sei se é porque os livros que eu escolhi mudaram completamente a temática ou se é a escrita dos autores. Não sei se tem um motivo definido. É complicado descobrir uma causa. 

Bom, isso aqui foi mais um desabafo. Estou tentando sair, em breve, ou não, eu posto dicas de como sair desse mal que, infelizmente, está presente na nossa vida de leitores assíduos. 

Se alguém tiver uma dica, por favor, deixe aqui nos comentários. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Resenha: Ecos da Morte - Kimberly Derting

Ano: 2011
Autor: Kimberly Derting
Editora: Intrínseca
Paginas: 272
Sinopse: Para ela, isso nunca foi um grande talento. Na maioria das vezes, tudo o que encontrava eram pássaros mortos, deixados para trás pelo gato da família. Mas, agora que um serial killer está aterrorizando a pequena cidade onde mora e os ecos das garotas assassinadas a perseguem dia e noite, Violet se dá conta de que talvez seja a única pessoa capaz de detê-lo. Em pouco tempo ela estará no rastro do assassino. E ele, no dela.



Comprei este livro em uma promoção no submarino, então não tenho muito que reclamar, porém o livro realmente me decepcionou. Eu esperava algo com um clima sombrio, afinal o nome do livro é “Ecos da Morte”, porém ele tem simplesmente um clima totalmente adolescente.

O livro conta a história de Violet, uma garota que tem um “dom” meio que estranho, ela pode localizar corpos. A coisa funciona mais ou menos assim: quando alguém é assassinado seu corpo libera ecos, que podem ser algum tipo de som, cores ou algo do tipo. E Violet é atraída por esses ecos de uma forma incontrolável. Esse dom nunca a incomodou, já que ela apenas encontrava corpos de pequenos animais, porém um serial killer aparece na sua cidade e começa a matar garotas da mesma faixa etária de Violet. Então, já dá pra imaginar o que acontece a partir daí. Violet será a única que poderá identificar esse assassino, pois a pessoa que mata também carrega um tipo de eco, mais especificamente uma marca.

Paralelamente a isso, acontece a parte adolescente e cheia de “mimimis” da história. Violet está apaixonada por seu melhor amigo, então tudo isso, junto e misturado, confunde sua cabeça.

O livro, em um todo, é bom, porém a autora se perdeu na hora do romance, dando mais destaque do que deveria a ele. A parte do serial killer foi quase que esquecida, a autora deu valor demais aos “mimimis” de Violet.

Outro ponto que a autora pecou foi na construção dos personagens, eu realmente não consegui me apegar a nenhum. Porém não posso deixar de dar destaque a algumas partes do livro, como, por exemplo, as partes que são narradas do ponto de vista do serial killer.

Bom, não é um livro que eu indico, porém é uma boa leitura pra quem quer passar o tempo, mas existem livros muito melhores para passar o tempo. Porém se você quiser tirar a prova, o livro está sempre em promoção no submarino.